Rumo à estação Finlândia
Autonomia escolar e boa formação de professores são alguns dos pontos que fazem a diferença no ensino do país, o mais bem colocado no Pisa (primeiro lugar em matemática e ciências e segundo em leitura)

Maryline Baumard, do Le Monde de L´Éducation

Colado à sua folha, Ossian, de 10 anos, faz contas diante de Stefan, de 20, que vigia sua concentração. Stefan trabalha com sete outros assistentes, ao lado de 12 professores na escola de Espoo, em Helsinque. Hoje executa o que lhe pediu a professora Marita Harvi, que, simultaneamente, faz o resto da classe  - de 12 alunos apenas - calcular.

Ossian não está de castigo. A separação é pontual e corresponde a uma necessidade momentânea. Além disso, na pequena sala ao lado, outra criança  está lendo uma história em voz alta com um assistente. Na Finlândia, alternam-se facilmente tarefas e responsabilidades individuais em pequenos grupos. O objetivo é individualizar ao máximo o ensino, "oferecer apoio eficaz a cada aluno, tornando-o o mais autônomo possível o quanto antes", diz o jovem diretor do esta ...



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